quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cadê 2015?

Imagem retirada da internet
Por Anaísis Dias


O final do ano vem chegando, e as pessoas já ficam eufóricas pelo ano seguinte. A possibilidade de um ano novo, com novos desejos, vontades e desafios mexem com a estrutura de qualquer ser humano que acredita que esse ano já deu o que tinha que dar. Até aí, tudo bem. Totalmente compreensível já que 2014 foi atípico (até demais) com copa do mundo em casa e eleições. Gosto de saber como está sendo o ano dos meus amigos, e nesta breve pesquisa que fiz, o saldo negativo ganharia no primeiro turno. O quesito vida profissional foi ruim para a maioria, mas os que sofreram por amor parecem ainda mais desesperados. O desagrado é geral e 2015 vem com grandes responsabilidades. Talvez esse tenha sido o erro de 2014. Expectativas são importantes para moverem a fé e a esperança, mas tudo que é demais fica perigoso. Já estamos em outubro e faltam dois meses para o fim de ano. Será que neste espaço curto de tempo, as possibilidades de coisas boas são nulas? Mesmo que o seu ano continue sendo ruim, nada de bom, marcante ou interessante será lembrado? Em dois meses você pode tentar fazer algo significante. Momentos especiais com quem amamos saem de graça. Sério! Planejar uma reviravolta para o próximo ano também pode servir como um momento marcante. Ano que vem você poderá pensar que “em 2014 isso foi planejado”. Esse textinho motivacional pode parecer enrolação, eu sei... e confesso que estou querendo me motivar também porque faço parte do saldo negativo (apesar de ninguém ter me perguntado). Mas a vontade de “novos ares” é mais forte do que a ansiedade pelo ano que vem. Antes de pensarmos na roupinha branca, na viagem para praia ou nas sete ondas que precisam ser puladas, o AGORA fica aonde, meus amores? Deixem os fogos de artifício entrarem pelas suas cabeças duras, e a festa rolar... como um ano novo pessoal cheio de motivação e fé.
2015 precisa de espera, mas a mudança já pode vir. Simbora?

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Jovem bom-jardinense dirige seu primeiro curta metragem “ASAS”

Foto: divulgação

Por: Tamara Catherine

O curta-metragem “ASAS”, primeiro trabalho dirigido pelo bom-jardinense João Celles, traz a história de dois personagens principais Rodrigo e Bianca, ele sofre de “asperg” a forma mais branda de autismo; ela é transgênero, um menino em um corpo feminino. Eles sofrem em casa com a falta de diálogo, na rua com falta de informação e compreensão do seu meio social. Surge então entre eles uma grande amizade, onde um constrói uma ponte no outro e, assim, juntos conseguem fazer com que seu mundo fique um tanto mais suportável, mas só um tanto.  
Falando um pouco a respeito de seu primeiro trabalho como diretor, João Celles explica que a ideia do projeto  surgiu da necessidade de se pensar nos labirintos individuais, nos silêncios e na insustentável incompatibilidade com o mundo e assim  dialogar sobre aceitação, as mudanças que nosso mundo tem passado e a importância de se respeitar as diferenças e conclui dizendo: “Esse projeto só foi realizado devido ao esforço e empenho de uma equipe dedicada e talentosa de mais ou menos 20 profissionais e atualmente temos colhido alguns frutos do nosso esforço. Fomos selecionados a participar do maior festival de cinema do Brasil, o Festival de Cinema do Rio, ganhamos o prêmio de melhor roteiro no “Curta Vale”, em Riachão do Jacuípe, Bahia, além de ter o roteiro selecionado pelo Festival Internacional Curta Cinema. Se tudo der certo vou gravar meu novo roteiro em Bom Jardim no começo de 2015”.

Assista ao teaser de “ASAS” https://vimeo.com/101715158 


 
 "A política, o político, o cidadão: uma oportunidade de mudar o mundo?"

 
 

 O cidadão está consciente sobre o que está acontecendo?

Por Barney Campos 

            Quando se fala em política, para a maioria dos brasileiros essa palavra é sinônimo de farra, jeitinho de “levantar uma grana”, conseguir um saco de cimento, enfim, conseguir algum benefício pessoal. Afinal, com esse salário miserável que o brasileiro ganha, o povo tem que espremer e tentar arrancar alguma coisa desses safados mesmo.

            O cidadão brasileiro está acostumado a isso há anos, mas, me desculpe, a coisa vai de mal a pior! Chegou a hora dessa cultura ser mudada imediatamente, pois o momento político do país não nos permite agir como se nada estivesse acontecendo. Mas, afinal, o que é política mesmo?

            Para tentarmos relembrar o que é realmente política, vamos ao dicionário: Política denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados. A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos).

            Vemos que, na origem da palavra, política é “arte ou ciência da organização”, e o mais importante, “dos cidadãos, pertencente aos cidadãos. Somos política, quem manda e organiza é o povo, a sociedade em si.

            Esse poder temos através do voto. O povo é cúmplice da atual situação política do país, pois se está do jeito que está, a culpa é do povo que vota. As vezes trocamos nosso voto por favores, sem saber que estamos prejudicando o futuro da nossa nação. Quem pensa em política de forma pessoal, é um agente nocivo à nação que representa.

 

Omissão do povo já causou consequências graves.....

 

            Vejamos um exemplo clássico: O palhaço Tiririca, na cidade de São Paulo, em sua primeira eleição, teve a segunda maior votação da história para deputado federal, perdendo apenas para o saudoso Enéas Carneiro, do extinto partido político PRONA. O povo, numa forma de protesto, colocou no poder uma pessoa totalmente despreparada e semianalfabeta. Pois bem. Com a votação expressiva que o deputado palhaço obteve, ele conseguiu levar para o poder três dos mais corruptos políticos mensaleiros do país: Valdemar Costa Neto, João Paulo Cunha e José Mentor. A consequência: prejuízo para a sociedade, desvio de verbas de educação, saúde, transporte..... enfim, país sem desenvolvimento.

            A população têm o poder nas mãos, "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos). Votar direito é obrigação!!! O povo brasileiro já conseguiu depor um Presidente, é preciso resgatar a consciência de nação, e que os próprios beneficiados serão os brasileiros. Podemos ter uma vida melhor, pois o instrumento de mudança estará na nossa frente no dia 26 de outubro. É só querer!!


segunda-feira, 13 de outubro de 2014



 Por Denys Vassallo
 
Uma equipe brasileira desenvolveu uma nova técnica de cirurgia para implantação de eletrodos no cérebro de pacientes com Parkinson. A novidade, que diminuiu o tempo de cirurgia em até 40% e aumentou a segurança e a precisão do procedimento, recebeu um prêmio no Congresso Bi-anual da Sociedade Europeia de Neurocirurgia Estereotáxica e Funcional (ESSFN, na sigla em inglês), em setembro.
Trata-se de um projeto conjunto entre o Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês e o Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) liderado pelo neurocirurgião Erich Fonoff. O que sua equipe fez foi aperfeiçoar o método de implantação de eletrodos no cérebro, procedimento necessário para a terapia de estimulação cerebral profunda (ou DBS, na sigla em inglês).
 Nessa terapia, que já é aplicada no Brasil há vários anos em pacientes com Parkinson, uma região específica do cérebro passa a receber estímulos elétricos a partir de um “marca-passo” cerebral. Esse estímulo diminui alguns dos sintomas da doença, levando o paciente a ter maior controle sobre seus movimentos, por exemplo.
Até então, o implante dos eletrodos era feito separadamente em cada lado do cérebro. A equipe de Fonoff conseguiu desenvolver um mecanismo para fazer os implantes nos dois lados do cérebro simultaneamente.
 Durante a etapa da cirurgia em que os eletrodos são implantados, o paciente tem de permanecer acordado e interagindo com a equipe médica, que pode se certificar na hora se os estímulos elétricos naquela área do cérebro estão fazendo o efeito esperado.
 A diminuição do tempo dessa etapa cirúrgica de 35 a 40%, portanto, torna o procedimento menos penoso para o paciente. Além disso, a possibilidade de acessar os dois lados do cérebro ao mesmo tempo diminui o risco de imprecisões.
Movimentação do cérebro

“Quando se opera o cérebro, ele se movimenta. Quando se faz o segundo lado, portanto, existe uma dificuldade maior de se atingir o alvo, que é pequeno, devido à movimentação que o cérebro pode ter tido durante a operação do primeiro lado. A ideia desse trabalho é que se faça não só com que o tempo seja reduzido, mas também existe um potencial de que haja um aumento da precisão da cirurgia”, diz Fonoff.
 Para encontrar o lugar certo para se implantar os eletrodos, os cirurgiões recorrem a uma combinação de exames de imagem (ressonância magnética e tomografia) e de eletrofisiologia, em que se faz o registro da atividade do cérebro. “Cada região do cérebro tem uma assinatura fisiológica, os neurônios de cada parte do cérebro se comportam de uma maneira bem característica, o que permite localizar milimetricamente o local onde os eletrodos devem ser implantados”, observa Fonoff.
 Para conseguir operar os dois lados ao mesmo tempo, a equipe encomendou um equipamento especial a uma empresa brasileira para guiar o aparato que entra no cérebro do paciente.
Para Fonoff, trata-se de um aperfeiçoamento importante que pode, no futuro próximo, ser utilizado em muitos outros países.
Também fazem parte da equipe que desenvolveu o projeto os médicos William Omar Contreras, Angelo Azevedo, Raquel Chacon Ruiz Martinez, Jessie Navarro, Jairo Angelos e Manoel Jacobsen Teixeira. No Sírio-Libanês, o projeto foi financiado pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). No congresso ESSFN, a pesquisa foi premiada como o melhor trabalho pôster do evento.

 


Livros de Ficção Histórica

Para quem gosta da combinação de ficção com histórias de época, lá vai algumas dicas de livros que deveriam estar na sua estante.  

As Crônicas de Artur - Bernard Cornwell

Imagem da internet

O rei do inverno conta a mais fiel história de Artur, sem os exageros míticos de outras publicações. a partir de fatos, este romance genial retrata o maior de todos os heróis como um poderoso guerreiro britânico, que luta contra os saxões para manter unida a britânia, no século V, após a saída dos romanos. "O livro traz religião, política, traição, tudo o que mais me interessa," explica Cornwell, que usa a voz ficcional do soldado raso Derfel para ilustrar a vida de Artur. O valoroso soldado cresce dentro do exército do rei e dentro da narrativa de Corwell até se tornar o melhor amigo e conselheiro de Artur na paz e na guerra.
O livro consegue prender a atenção do leitor durante toda a narrativa e tem um final de tirar o fôlego. A trilogia é uma ótima aposta para aqueles que desejam conhecer melhor a história de Artur, Lancelot, Guinevere, Merlin e tantos outros personagens marcantes.

Outlander - Diana Gabaldon

Imagem da internet

A inusitada trama descreve a trajetória de Claire, que viaja em lua-de-mel com Frank para a Escócia depois de anos separada dele pela Segunda Guerra Mundial. Num passeio às ruínas de um templo celta, Claire passa por uma fresta do tempo, atravessa séculos de história e chega no meio de uma violenta batalha, na Escócia do século XVIII. As highlands servem de cenário para as aventuras vividas pela protagonista ao lado de Jamie Fraser, com quem será obrigada a se casar para fugir da presença do capitão Black Jack Randall, antepassado direto e sósia de seu marido. A obra é uma envolvente combinação de elementos de fantasia e romance histórico, escrito a partir de exaustiva pesquisa sobre os hábitos e costumes da região.
Se mesmo depois de ler essa sinopse você ainda não estiver convencido, procure assistir a série baseada nos livros, assim não restará dúvidas. 

Montglane Service - Katherine Neville

Imagem da internet

Com personagens que se movem como peões num tabuleiro, 'O enigma do oito' conta a história do lendário xadrez de Carlos Magno, escondido durante mais de mil anos e desenterrado na Abadia de Montglane, nos Pirineus, às vésperas do início da Revolução Francesa. Quase 200 anos depois, na década de 1970, em Nova York, uma especialista em informática se vê envolvida num perigoso jogo, iniciado dois séculos antes, quando o xadrez deixou a Abadia. Um romance de ação, suspense e mistério, no qual cada reviravolta é uma jogada de mestre.
Só por se passar na Revolução Francesa a história já se torna indispensável, esse é um dos períodos históricos mais fascinantes. A mistura de elementos da realidade e da fantasia com personagens reais, tais como Rousseau, Robespierre e Napoleão somam bastante como fator positivo.
A autora executa a história como se fosse mesmo um jogo de xadrez. Os personagens são como as peças do jogo: Rei, Rainha, Bispo, Cavalo, Torre, Peão. E cada um tem um papel a desempenhar na história. Preciso dizer mais alguma coisa? super recomendado. 

Por Carol Gavina

Alerta de saúde: tempo seco e baixa umidade do ar

Por Daniele Eddie

O forte calor, tempo seco e baixa umidade no ar podem ter forte interferência na vida das pessoas, principalmente daquelas com problemas respiratórios. Mesmo quem nunca apresentou nenhuma doença alérgica deve tomar certos cuidados neste período do ano. 

A falta de chuva, poluição e queimadas são responsáveis por doenças respiratórias, crises alérgicas e transmissão de viroses.

A baixa umidade do ar é responsável pelo ressecamento das mucosas nasais, desidratação das células, irritações na vista, comprometimento das funções cardiovascular e consequentemente, dores de cabeça, fadiga e perda de sono. É preciso mencionar também o aumento dos casos de crises de rinite, conjuntivite e viroses bacterianas. Vendo esta lista com tantos problemas de saúde relacionados, você pode pensar que é necessário uma série de medidas para se prevenir, certo? Porém, a prevenção é mais simples do que se imagina. Basta hidratação!

Ingira água várias vezes ao dia
Os médicos recomendam a ingestão de até três litros de água diariamente. Isso contribui para a reidratação das células, mucosas, das vias respiratórias e ainda, proporciona uma aclimatação corporal, que é a liberação de calor do corpo por meio da transpiração. Sucos naturais de frutas são excelentes complementos para hidratação. Outra dica importante é hidratar os olhos e nariz com soro fisiológico, o que também ajuda a eliminar partículas de poluição, diminuindo a irritação.

Para crianças, idosos e  portadores de doenças respiratórias, a dica é utilizar um umidificador de ambiente, que pode ser substituído por uma toalha ou pano umedecido em água limpa. Aliás, vale a pena por em prática esta dica na hora de dormir pois diminui os sintomas da desidratação e proporciona um sono mais tranquilo.

Vale também reduzir a ingestão de bebidas alcoólicas, evitar exposição ao sol no horário entre 10h e 16h, praticar execícios físicos à noite ou pegar mais leve nestes dias secos. Reduzir o tempo do banho que deve, preferencialmente, ser com água morna e passar um hidratante na pele e lábios vai te proteger de irritações e descamações.

No mais, se persistirem os sintomas, visite um médico.


sábado, 11 de outubro de 2014

Centauro Invertido

O guerreiro que acredita na sua causa, não esmorece, não desiste... Temos vários exemplos de guerreiros, não só dos campos de batalha, mas da própria vida. Sir Winston Leonard Spencer-Churchill é um desses exemplos, que não só atuou no campo de guerra, mas também como um calculista estrategista e estadista, além de sensível na arte, na literatura e na história. Seu pensamento se propagou... Suas palavras se imortalizaram! O texto A ESTRATÉGIA DO GUERREIRO, aborda essa figura emblemática, bem como suas ações e reflexões. Você construirá sua história, como ele fez, ou deixará que outros a façam por você?

A ESTRATÉGIA DO GUERREIRO

Por: Beto Alves

A Primeira Guerra Mundial completa seu centenário, neste ano. Desenolvida entre 1914 e 1918, teve seu encerramento oficial em 28 de junho de 1919, com a assinatura do Tratado de Versalhes: acordo de paz assinado pelos países europeus. Nele, a Alemanha assumiu a responsabilidade pelo conflito mundial, imposta pelas nações vencedoras, principalmente Inglaterra e França. A Alemanha comprometeu-se a cumprir uma série de exigências políticas, econômica e militares, que a jogou numa profunda crise financeira e social, durante os anos 20 e 30.
Neste contexto, especificamente, destaco uma nação: a Inglaterra. Não por ela em si, mas por um homem em especial, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill. Ele serviu brevemente no Exército britânico, na Frente Ocidental, durante a Primeira Guerra Mundial, comandando o 6º Batalhão dos Fuzileiros Reais Escoceses. Foi um político conservador e estadista famoso, principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido, durante a Segunda Guerra Mundial.
Durante a Primeira Guerra, o cargo de primeiro-ministro, no governo britânico, foi ocupado por David Lloyd George. Considerado um pacifista até 1914, Lloyd George mudou de opinião quando teve início a Primeira Guerra Mundial. Lloyd George guiou o país politicamente pela guerra, e representou a Inglaterra na Conferência de Paz de Versalhes. Voltando ao nome em questão, Churchill, foi um orador e estadista notável. Historiador, escritor e artista. Ele é o único primeiro-ministro britânico a ter recebido o Prêmio Nobel de Literatura e a cidadania honorária dos Estados Unidos.
Churchill fez ao longo de sua vida e de sua carreira, inúmeras colocações fabulosas que retratam não só os cenários de guerra, mas as próprias ações e intenções humanas. Algumas delas, valem a pena serem citadas. Para mim, especificamente, têm grande representação, pois equivalem ao meu pensamento sobre mim mesmo e a respeito das minhas próprias atitudes. Por isso, citarei algumas delas.
“Nunca se renda, exceto às convicções de honra e bom senso”. Proposição de vida como esta, leva a uma outra verdade: “Você tem inimigos? Ótimo. Significa que você defendeu alguma coisa, alguma vez na sua vida”. Esta é uma realidade honrosa, porém difícil de ser adminstrada. Mas traz uma louvável sensação de dever cumprido.
“A lição é a seguinte: nunca desista. Nunca, nunca, nunca! Em nada. Grande ou pequeno. Importante ou não... Nunca desista! Nunca se renda à força, nunca se renda ao poder aparentemente esmagador do inimigo.”
Diante disso, me ponho a analisar a postura do guerreiro.
“Melhor lutar por algo, do que viver para nada.”
Entendo que existam dois tipos claros e distintos de guerreiros.
Tem aquele que é difícil de ser abatido. Ele parte na frente da batalha, lidera no front. É forte, destemido, não se recolhe em seus medos, tem o peito aberto. É incisivo. Usa muito pouca proteção, mas deixa o inimigo inseguro no combate, pois parte para o ataque franco e direto. Para enfrentar este guerreiro é preciso disposição e audácia.
Um outro tipo de guerreiro é aquele que segue na retaguarda. Deixa que o exército avance à sua frente. Usa de astúcia e atitudes calculistas. Quase não aparece. É uma figura sem muito brilho. Chama pouca atenção, mas está ali, presente.
O primeiro guerreiro não guarda munição, usa todas as armas que tem e destemidamente  pode vencer a batalha, mas se der brecha... é abatido com apenas uma bala.
O segundo guerreiro guarda munição e talvez as desperdice sem conseguir usá-la, pois seu exército pode ser eliminado rapidamente. Mas caso seus cálculos e estratégias funcionem e seu exército avance, terá armas suficientes para derrotar o adversário desarmado.
“É preferível ser irresponsável e estar com a verdade do que ser responsável e no erro”, pois, “Vivemos com o que recebemos, mas marcamos a vida com o que damos.”
Qual a sua estratégia para a guerra da vida?
“A coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais.”
Que tipo de guerreiro é você?
Eu faço a minha própria trajetória, por isso acredito que...
“A História será gentil para mim, pois pretendo escrevê-la.”
Não deixarei que a façam por mim.