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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Jornalismo: Pense, repense, então siga!

Por: João Guilherme Xavier

     É mais do que comum escutarmos que “mulher de malandro gosta de apanhar”. E depois de escolher minha profissão tive uma certeza: essa mulher é jornalista! Não é que jornalista gosta de apanhar, mas quando você sabe de todos os perrengues que vai passar ao escolher um ofício e mesmo assim o escolhe, não tem outra explicação.
     Logo no início da graduação os alunos passam por um choque de realidade ao descobrirem que os lugares da bancada do Jornal Nacional não estão disponíveis. Daí em diante a turma vai diminuindo a cada nova descoberta: trabalho demais, pouca remuneração, concorrência gigantesca, necessidade de aperfeiçoamento e de costas quentes.

Foto: Divulgação

     Não é difícil encontrar jornalistas formados atuando em outras áreas por não terem atendido alguma das exigências já ditas ou alguma outra que é encontrada durante o longo e árduo caminho até o reconhecimento e respeito no meio.
     No cotidiano da Comunicação uma grande batalha, senão a maior, ainda deve ser enfrentada: o ego. Três letras, palavra simples, mas com um peso no significado… Mas se você já chegou até esse estágio, batalhe pela efetivação!

Tirinha: Reprodução

     É claro que o Jornalismo tem os seus prós. O imenso mundo de possibilidades é um deles. Tem quem goste de escrever, possua a real veia de jornal. Também existem os mais exibidos, que não podem ver uma câmera que já começam a fazer firula. Outros que com a voz ganham a vida. E os espertos, que viram assessores de imprensa e unem o útil ao agradável, o amor à profissão com uma remuneração bacana.
     Contudo, não me arrependo da escolha. Dificuldades são encontradas em todas as profissões, então é melhor passar pelos perrengues fazendo algo que se goste, ao ter que enfrentar outros um pouco menores sendo infeliz. O mais legal do Jornalismo é poder trabalhar pelo coletivo, uma razão, o bem-estar de um povo, a sociedade em que você está inserido.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Faz tudo, o profissional da vez

Por: João Guilherme Xavier

     Profissionais multifuncionais estão sendo cada vez mais requisitados no mundo moderno. O mercado de trabalho, seja no segmento que for, aumenta suas exigências dia após dia, a cada nova tecnologia. Especialização é mais que necessária, porém o quesito experiência conta e muito.

Ilustração: Divulgação

     Exemplo do novo profissional, Vinícius Lourenço atende às características atuais. Estudante de Comunicação Social - Jornalismo pela UCAM Friburgo, o jovem ainda divide seu tempo com o trabalho de auxiliar de laboratório do Hospital Municipal Raul Sertã e com a atuação, sua grande paixão.

Vinícius Lourenço
Foto: Arquivo pessoal

     “A graduação em Jornalismo é a mais próxima em Nova Friburgo do que eu quero seguir, a carreira de ator. Enquanto não termino a faculdade, trabalho em produções independentes como filmes e seriados. Sobre o Hospital, preciso de dinheiro para pagar meus estudos, então sigo como funcionário público até conseguir me manter com a minha real profissão”, resume Vinícius a respeito de suas funções.
     A vida do jovem é um grande exemplo de determinação. Concilia trabalho com estudo e sonho. Sobre o futuro ele tem muitos planos: “Trabalhar cada vez mais, sempre em busca dos objetivos de vida”, descreve Vinícius.

domingo, 21 de setembro de 2014

Sagas modernas

Por: João Guilherme Xavier

     Não é de hoje que as sagas cinematográficas tem um espaço garantido nos corações dos cinéfilos ao redor de todo o mundo. Desde o início do novo século novas histórias vem surgindo e filmes sendo adaptados de livros. Para começar a contar essa história não podemos deixar de lembrar das principais sequências fílmicas que iniciaram há anos atrás a paixão das continuações no cinema.
     Dentre as principais sagas existentes podemos citar algumas, como Star Wars, Star Trek, 007, O Poderoso Chefão, Indiana Jones, Jurassic Park, Rambo, dentre inúmeras disponíveis para todos os estilos e gêneros.

Foto: Divulgação

Harry Potter

     Após o início do fenômeno mundial de Harry Potter, jovens de todos os continentes passaram a se interessar por histórias, livros e filmes, que se completam a cada ano com uma nova estreia. Toda a saga do bruxo está disponível em sete livros e oito filmes.


Crepúsculo

     A saga que traz vampiros e lobisomens no enredo também foi sucesso entre os adolescentes, na sua maioria de público. São quatro livros e cinco filmes que foram sucesso de bilheteria.


Jogos Vorazes

     Jogos Vorazes, trilogia de livros que está sendo adaptada para os cinemas, com dois filmes já lançados, trouxe todo um novo conceito de saga com a história passada em Panem, o país dominado pela Capital, uma metrópole tecnologicamente avançada que realizada anualmente os Jogos Vorazes para relembrar as pessoas da revolta ocorrida anos atrás.

     Além dessas três principais sagas modernas podemos elencar também algumas outras que estão conquistando fãs e lotando as salas de cinema, como 16 Luas, Divergente, O Doador de Memórias e Maze Runner.

Foto: Divulgação

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Histórico cinematográfico de Nova Friburgo

Por: João Guilherme Xavier

     A história do cinema em Nova Friburgo começou por volta de 1898 com o surgimento do animatógrafo. O aparelho projetava quadros em movimentos numa tela e era formado por uma câmera fotográfica especial, baseado no cinematógrafo, a invenção que marcou o início da história do cinema.


Exemplos de cinematógrafo.
Ilustração: Divulgação.

     O primeiro cinema da cidade ficava no Cassino Friburguense, local onde hoje ficam as instalações da Fundação Getulio Vargas. Depois de um tempo as sessões passaram a ser exibidas no Animatógrafo Joly, que ficava na Rua General Argolo, atual Avenida Alberto Braune.
     No início do século XX foi inaugurado o Cinema Leal, que funcionava onde hoje é a Rodoviária Urbana da cidade. Seu prédio era totalmente diferenciado, construído em estilo mourisco. Muitos outros cinemas surgiram nessa mesma época, um deles foi o Cinema Odeon, que se encontrava na esquina da Rua Farinha Filho, porém no ano de 1915 teve suas instalações completamente destruídas por um incêndio.
     Na década de 30 outros cinemas surgiram em Nova Friburgo e a era do Cine Teatro invadia a cidade. Durante os intervalos de troca de rolos de filme, o teatro animava os espectadores. Alguns anos depois, já na década de 40, o Cine Eldorado fez sucesso entre a high society friburguense. Havia até a sessão chique, às oito da noite, quando homens e mulheres usavam suas melhores roupas para frequentar as salas. Já nos anos 50 surgiu o Cine Marabá, que funcionava onde era o famoso Hotel Leuenroth.
     Fechando a época dourada das salas na cidade, havia o Cine São José, instalado onde hoje temos a galeria de mesmo nome. Nova Friburgo ficou durante muito tempo sem ter nenhuma sala de exibição, fato que não aconteceu apenas no município, mas em todo o país, quando diversas salas tradicionais foram fechadas.
     Com o passar do tempo, o formato do cinema foi modificado, porém ele nunca deixou de ser um importante espaço de sociabilidade. Nos dias atuais, Nova Friburgo comporta seis salas cinematográficas, dispostas em dois shoppings da cidade. Além de toda modernidade oferecida em filmes em 3D e salas confortáveis, Nova Friburgo também é destino de mostras e festivais.

Documentário

     Assista ao documentário sobre o tema que preparei para o extinto programa Luau.doc, da Luau TV: